Acervo completo
Textos e aulas para encontrar por palavra, tema ou formato.
11 de setembro e os Estados Unidos
Uma reflexão sobre o 11 de setembro a partir de Hamlet.
A cisão da ética e da política no contexto social da modernidade
Ética e política no contexto social da modernidade.
A crise da modernidade: a educação dos sentimentos
A crise da modernidade e a questão da educação dos sentimentos.
A experiência brasileira nas missões jesuíticas
O projeto das aldeias e a experiência das missões jesuíticas no Brasil.
A força do costume, de acordo com a Apologia pro Paulistis (1684)
Artigo com Carlos Alberto de Moura Ribeiro Zeron sobre a força do costume.
A formação da consciência do juiz no Vice-Reinado do Peru
A formação da consciência dos juízes na obra do teólogo Juan de Alloza.
A importância da literatura na era digital
A literatura como conhecimento do humano na era digital.
A interpretação das leis reais: Ambigüidade e prudência no poder das autoridades locais na América do século XVI
Interpretação das leis reais, prudência e atuação das autoridades locais.
A literatura como conhecimento e experiência do humano
Contrapõe à formação apenas técnica uma leitura capaz de devolver atenção aos sentimentos, aos vínculos e à incerteza da vida. Com Tamaro, Salinger, O Pequeno Príncipe e Grande Sertão, discute a cultura do trabalho, a transformação das relações em escolhas de consumo e o conhecimento do humano que escapa às abstrações.
Temas: Educação dos sentimentos · Relações e vínculos · Trabalho e vida pessoal · Tecnologia e relações humanas · Incerteza da vida
A passagem da justiça para o legalismo
Texto de aula no IICS, São Paulo, sobre a passagem da justiça para o legalismo.
A percepção dos usos e costumes mesoamericanos na obra do P. José de Acosta
Usos e costumes indígenas na obra de José de Acosta.
A superioridade moral como argumento
A conquista de México-Tenochtitlán abre uma reflexão sobre a pretensão de superioridade moral e a certeza de possuir a verdade.
A Teologia como chave de leitura da História da Justiça na América espanhola
Teologia moral como chave de leitura dos processos judiciais.
A tragédia grega como forma de educação
Pergunta se a virtude e a cidadania podem ser ensinadas e contrapõe a educação como acúmulo de conteúdos à formação do juízo e dos sentimentos. Com Aristóteles e cenas da Oresteia, de Ájax e de Antígona, sustenta que a representação de ações e sua catarse desenvolvem prudência, compaixão, justiça e autodomínio.
Temas: Educação dos sentimentos · Virtude e cidadania · Prudência e circunstâncias · Compaixão e misericórdia · Lei e justiça
Bibliografia probabilismo jurídico
Referências de teologia moral, probabilismo e história da justiça.
Borges: los traductores de las 1001 noches
As traduções de As mil e uma noites mostram como decoro, censura, rivalidade entre tradutores e expectativas do público transformam aquilo que se conta. Ao comparar Galland, Lane, Burton, Mardrus e Littmann, o texto questiona a fidelidade literal e conclui que narrar e traduzir também constroem uma história e uma memória.
Temas: Tradução e interpretação · Narrativa e memória · Leitor e narrador · Censura e escolhas morais
calvin
Comunicação e violência
Uma reflexão sobre a forma e a qualidade da informação.
Daniel Concina e Diego de Avendaño: dominicanos e jesuítas no debate sobre o probabilismo jurídico na América do século XVII
O debate sobre o probabilismo entre Daniel Concina e Diego de Avendaño.
Direito Canônico e Teologia moral: outra historiografia
Direito canônico e teologia moral na historiografia da justiça.
Duas percepções da justiça nas Américas: Prudencialismo e Legalismo
Comunicação sobre prudencialismo e legalismo: duas formas de compreender a justiça e interpretar as leis nas Américas.
Duas percepções da justiça nas Américas: Prudencialismo e Legalismo
Prudencialismo e legalismo na interpretação da justiça nas Américas, na versão publicada nos Anais do VIII Encontro Internacional da ANPHLAC, 2008.
Dupla Equidade em sentenças do Vice-Reinado do Prata no final do século XVIII
Os fundamentos morais e jurídicos de sentenças no Vice-Reinado do Prata.
El modelo jesuítico frente a las experiencias producidas por la práctica de la catequesis en el Brasil colonial
Catequese, experiência e relações entre jesuítas e indígenas no Brasil colonial.
Entre a norma e a praxe: o papel da consciência do juiz na América espanhola do século XVII
A aplicação das leis reais e a consciência do juiz na América espanhola.
Fato e Direito na América do século XVII
Fato e direito na interpretação histórica da colonização das Américas.
Hamlet: um personagem entre dois mundos
Publicado em História Viva. Hamlet na passagem para a modernidade.
História da América | Aula 1 / Parte 1
Introdução ao curso. Ciência ou Arte? História e Historiografia. Objetivo e Subjetivo
História da América | Aula 1 / Parte 2
Características e Dificuldades da História da América. Tendências historiográficas
História da América | Aula 1 / Parte 3
Tendências historiográficas. Colônias de exploração e colônias de povoamento. Antigo Sistema Colonial e Opção moderna
História da América | Aula 2 / Parte 1
Separação de Ética e Política. Utopia vs O Príncipe. Bom Governo vs Razão de Estado
História da América | Aula 2 / Parte 2
Processo histórico da separação da Ética e da Política. Ética a Nicômaco, de Aristóteles, O Príncipe, de Maquiavel e Leviathan, de Thomas Hobbes
História da América | Aula 2 / Parte 3
Virtude e Hábito. Ser ou não ser. Eu sei quem sou. Hamlet e D. Quixote.
História da América | Aula 3 / Parte 1
Dos Reinos cristãos à Monarquia Hispânica. Questões historiográficas. Formação territorial
História da América | Aula 3 / Parte 2
Características da tradição ibérica. Incerteza. Insegurança. Virtude. Fé vital. Personalismo.
História da América | Aula 3 / Parte 3
Cantar de Mío Cid. Desterro de El Cid. Ajuda oferecida por judeus e mouros. Guerras contra os mouros.
História da América | Aula 4 / Parte 1
Mesoamérica. Historiografia sobre Mesoamérica.
História da América | Aula 4 / Parte 2
Povos mesoamericanos. Olmecas. Toltecas. Chichimecas. Astecas
História da América | Aula 4 / Parte 3
Migração dos astecas-mexicas. Tenochtitlán e a Tripla Aliança. Aliança dos tlaxcaltecas e castelhanos.
História da América | Aula 5 / Parte 1
Dos Códices às Crônicas. O que são os Códices? Características
História da América | Aula 5 / Parte 2
Dos Códices às Crônicas. O que são as Crônicas. Sahagún, Durán e Acosta
História da América | Aula 5 / Parte 3
Historia General de las cosas de Nueva España. Livro X de los vicios y virtudes.
História da América | Aula 6 / Parte 1
Filosofia náhuatl. Antigos mexicanos. Educação e Poesia náhuatl
História da América | Aula 6 / Parte 2
Popol Vuh. Mito da criação maia. Quarto Mundo
História da América | Aula 6 | Parte 3
Borges, Los Traductores de las 1001 Noches. Dificuldades da Tradução. Limites do Historiador
História da América | Aula 7 / Parte 1
Questionamento ético e jurídico da Conquista. Títulos ilegítimos
História da América | Aula 7 / Parte 2
Questionamento ético e jurídico da Conquista. Francisco de Vitoria. Títulos Legítimos
História da América | Aula 7 / Parte 3
Controvérsia de Valladolid. Sepúlveda-Las Casas. Sobre a escravidão natural dos índios.
História da América | Aula 8 / Parte 1
Outras Américas. América portuguesa.
História da América | Aula 8 / Parte 2
Outras Américas. América Britânica. Três fases de colonização. Diferenças e semelhanças com colonização ibérica
História da América | Aula 8 / Parte 3
Robinson Crusoe. Diferenças e semelhanças entre colonização britânica e ibérica
História da América | Aula 9 / Parte 1
Organização política, administrativa e judicial. Debate sobre o Estado moderno. Características da Cosmovisão jurídica
História da América | Aula 9 / Parte 2
Características da Monarquia Hispânica. Estrutura político-administrativa em Índias
História da América | Aula 10 / Parte 1
Bases jurídico-econômicas da Colonização. Direito, Religião e Moral. Leyes de Indias
História da América | Aula 10 / Parte 2
Encomiendas. Serviços pessoais. Mita
História da América | Aula 10 / Parte 3
Real Cédula 1601 contra “servidumbres personales”. Fray Miguel Agia. “Pareceres graves en Derecho”
História da América | Aula 11 / Parte 1
América Probabilista. Características do Probabilismo. Uma sociedade flexível e heterogênea.
História da América | Aula 11 / Parte 2
Catequese e Colonização. Conversão e resistência na Nova Espanha.
História da América | Aula 11 / Parte 3
Viagens de Gulliver. Propostas iluministas.
História da Justiça | Aula 1 | Parte 2
Correntes historiográficas
História da Justiça | Aula 1 | Parte 3
Historiografia. Teologia moral e Direito Canônico
História da Justiça | Aula 1 |Parte 1
Primeira parte da Aula 1 do curso História da Justiça, em vídeo.
História da Justiça | Aula 2| Parte 2
Conceito de Lei. Sentido da Lei. Legitimidade para fazer leis.
História da Justiça |Aula 2| Parte 3
Elementos de pré-compreensão. Características da cosmovisão católica da Justiça
História da Justiça| Aula 3| Parte 1
Arbítrio e Prudência. Consciência do Juiz.
História da Justiça| Aula 3| Parte 2
Motivação das sentenças
História da Justiça| Aula 3| Parte 3
Exemplos de sentenças criminais fundamentadas
História da Justiça| Aula 4| Parte 1
Construção Estado Moderno. O Juiz intérprete da Lei. Bobadilla e Miguel Agia
História da Justiça| Aula 4| Parte 2
A Lei para o Juiz. Racionalismo jurídico e Codificação
História da Justiça| Aula 4| Parte 3
O Juiz justo. Qualidades dos juízes. O Fruto da árvore da Justiça
História da Justiça| Aula 5| Parte 1
Vícios e Virtudes. Bom Governo e Razão de Estado
História da Justiça| Aula 5| Parte 2
Virtudes e vícios. Casos de Consciência. Tratados de moral
História da Justiça| Aula 5| Parte 3
Pecados. Crimes. Manuais de Confessores
História da Justiça| Aula 6| Parte 1
Misericórdia. Penitência. Culpa
História da Justiça| Aula 6| Parte 2
Dos Delitos e das Penas
História da Justiça| Aula 6| Parte 3
Exemplos de processos criminais. Sentenças
História da Justiça| Aula 7| Parte 2
Segunda parte da Aula 7 do curso História da Justiça, em vídeo.
História da Justiça| Aula 7|Parte 1
Primeira parte da Aula 7 do curso História da Justiça, em vídeo.
História da Justiça| Aula 8| Parte 1
Verdade. Certeza. Prova
História da Justiça| Aula 8| Parte 2
Prova e Argumentação. Teologia moral
História da Justiça| Aula 8| Parte 3
Classificação e Tipos de prova
História da Justiça| Aula 9| Parte 1
Uma sociedade narrativa. Figura, metáfora, narração
História da Justiça| Aula 9| Parte 2
Uma sociedade narrativa. As qualidades do Historiador. Proporção vs exatidão
História da Justiça| Aula 9| Parte 3
Sociedade narrativa. Compreensão, perdão, misericórdia
História da Justiça| Introdução
Abertura do curso História da Justiça, em vídeo.
História da Justiça|Aula 10|Parte 2
Misericórdia e Processos criminais
História da Justiça|Introdução| Parte 1
Introdução e Programa do Curso
História e jornalismo
Informação, explicação e o olhar do historiador.
La Carta Atenagórica: Sor Juana Inés de la Cruz y los caminos de una reflexión teológica
Estudo com Janice Theodoro sobre a Carta Atenagórica de Sor Juana Inés de la Cruz.
La interpretación de las Leyes de Indias: Carrasco del Saz, oidor de Panamá
A interpretação das Leis de Índias a partir de Carrasco del Saz, ouvidor do Panamá.
La política legislativa con relación a los indígenas en la región sur del Brasil durante la unión de las Coronas (1580-1640)
Legislação sobre os indígenas do sul do Brasil durante a União das Coroas.
La política legislativa sobre los indios en la región sur del Brasil durante la Unión de las Coronas (1580-1640)
Artigo publicado na Revista de Indias, em 2002, sobre a legislação indígena na União das Coroas.
La Teología moral y el Probabilismo jurídico en la América española de la temprana Modernidad
O debate do probabilismo e a prática judicial na América espanhola.
Laboratório de História I | Aula 1 | Parte 2
Tipos de Leituras. Leitura Analítica e Leitura Interpretativa.
Laboratório de História I | Aula 1 | Parte 3
Leitura interpretativa. Procurar e Descobrir argumentos. Leitura crítica.
Laboratório de História I | Aula 2 | Parte 1
Atribuições, Generalizações, Disjuntivas
Laboratório de História I | Aula 2 | Parte 2
Relações Causais. Classificações. Juízos de valor. Comparações
Laboratório de História I | Aula 2 | Parte 3
Interpretação. Premissas e Suposições. Crítica e Avaliação
Laboratório de História I | Aula 3 | Parte 1
Arte de convencer com argumentos. Logos, ethos e pathos.
Laboratório de História I | Aula 3 | Parte 2
Retórica e Convencimento. Processo histórico da Retórica
Laboratório de História I | Aula 3 | Parte 3
As Partes do Discurso. Introdução. Narração. Demonstração. Conclusão.
Laboratório de História I | Aula 4 | Parte 1
Argumentos indutivos. Analogias. Por autoridade.
Laboratório de História I | Aula 4 | Parte 2
Argumentos dedutivos. Argumentos Condicionais. Argumentos Disjuntivos.
Laboratório de História I | Aula 4 | Parte 3
Argumentos hipotéticos. Indícios. Conjecturas.
Laboratório de História I | Aula Optativa | Parte 1
História moderna e História Pós-Moderna
Laboratório de História I | Aula Optativa | Parte 2
O estatuto da Narrativa. Verdade e Verossimilhança. História e Literatura.
Laboratório de História I | Parte 1
Por que Retórica? A arte de convencer por meio da argumentação. O discurso histórico.
Lista obras clássicas de Mortimer Adler
Reproduz a lista recomendada no apêndice de How to Read a Book, de Mortimer Adler e Charles Van Doren, em sequência histórica de autores e obras, de Homero a Solzhenitsyn. A seleção combina literatura, filosofia, história, teologia, política, matemática e ciências, indicando obras completas ou títulos específicos, por vezes com destaques dentro de uma produção mais ampla.
Temas: Listas de leitura · Repertório histórico · Literatura e outros saberes
Lista obras clássicas Jorge Luis Borges
Reúne duas seleções de Borges, The Library of Babel e A Personal Library, em listas de autores e títulos, sem comentários individuais. Contos fantásticos e outras formas de ficção convivem com teatro, poesia, mitos, textos religiosos, história e ensaios sobre ciência, sociedade e tempo; a fonte indicada é Selected Non-Fictions.
Temas: Listas de leitura · Tradições culturais · Literatura e outros saberes
Modernidade e terrorismo. Uma reflexão a partir de “Sábado”, de Ian McEwan
Conferência na 1ª SOFIA da UNIFESP-Guarulhos, novembro de 2007.
Norma e excesso na Europa e na América
Norma e excesso nas relações entre a Europa e a América.
Novas formas de abordar o ensino da história
Texto em História na sala de aula, organizado por Leandro Karnal, 2009.
O novo leviathán norte-americano
Hobbes, o pacto social e o uso da força nas relações internacionais.
O Papel das Humanidades na Universidade
Conferência na II SOFIA da UNIFESP, Campus Guarulhos.
O Quixote de Cervantes e a Espanha do século XVII
Publicado em História Viva. Cervantes e a Espanha do século XVII.
O Quixote de Cervantes: crítico ou profeta da modernidade?
Rafael Ruiz lê Dom Quixote como crítica à pretensão moderna de reformar integralmente a sociedade segundo modelos racionais. Pelos episódios de Mambrino e Dulcineia e pelo contraste com momentos de lucidez do cavaleiro, opõe a rigidez da utopia à contingência, à prudência e ao diálogo com a realidade. A leitura dialoga com debates jurídicos ibéricos e contesta a interpretação de Vargas Llosa.
Temas: Modelos e realidade · Ética e política · Prudência e circunstâncias · Lei e justiça
O Quixote e o cancelamento da opinião contrária
A queima dos livros de Dom Quixote é o ponto de partida para pensar o cancelamento da opinião contrária e as formas contemporâneas de silenciar o outro.
O Senhor dos Anéis
A missão de Frodo serve para discutir como o caráter se forma ao assumir responsabilidades e persistir diante do sofrimento e da incerteza. A leitura aproxima Tolkien de Frankl, Pessoa e Pascal e encontra na compaixão por Gollum e Saruman um limite à sedução do poder e à violência praticada em nome do bem.
Temas: Responsabilidade e decisão · Sofrimento e esperança · Compaixão e misericórdia · Poder e violência
Os espaços da ambigüidade: os poderes locais e a justiça na América espanhola do século XVII
Probabilismo, poderes locais e espaços de interpretação da justiça.
Para entender a nova ordem mundial
Texto apresentado na PUCPR, em congresso sobre terrorismo.
Pinochet revisitado
O caso Pinochet, a soberania e o debate entre culturalismo e universalismo.
Por que Matrix tem poder de atração?
Matrix e a tensão entre o mundo das máquinas e o das pessoas.
Probabilismo e Teologia moral na prática judiciária na América espanhola do século XVII
Teologia moral e probabilismo na atuação dos juízes da América espanhola.
Quando a questão é “ser ou não ser”
Publicado no Correio Braziliense. Uma reflexão a partir de Shakespeare.
Quando as mãos estão manchadas
Publicado no Correio Braziliense. Uma leitura de Macbeth.
Reflexões no carnaval
Publicado no Correio Braziliense. Reflexões sobre a tradição do carnaval.
Sal da Consciência – Prof. Rafael Ruiz González e Roberto Luiz Corcioli Filho
Conversa com Roberto Luiz Corcioli Filho sobre Sal da Consciência, direito e globalização.
The Spanish-dutch and the policy of the Spanish Crow toward the town of São Paulo
O conflito hispano-holandês e as políticas da Coroa espanhola para São Paulo.
Top 100 books Harvard
Apresenta, em lista numerada, os 100 livros favoritos da equipe da Harvard Book Store, sem resenhas nem explicação da ordem. Vai de clássicos como a Ilíada e Dom Quixote a ficção contemporânea, poesia, quadrinhos e livros infantis, incluindo também história, filosofia e crítica social.
Temas: Listas de leitura · Preferências de leitores · Diversidade de gêneros
turma de 2007
Um bom começo de ano
Uma leitura de De volta à casa, de Susanna Tamaro.
Unamuno: ética e política na crise do império espanhol
Unamuno e as relações entre ética e política na crise do império espanhol.
Utopia e realidade em Thomas More
Publicado em História Viva. A Utopia de Thomas More.
Utopias literárias e modernidade
A aula compara Utopia, O Príncipe e Dom Quixote para discutir como modelos orientam a transformação da sociedade. Na leitura de Rafael Ruiz, More associa reforma social à educação dos sentimentos e à virtude, enquanto Maquiavel separa moral e política pela utilidade e pela coerção. O Quixote aparece como projeto de vida que transforma o próprio agente e valoriza a qualidade da ação, a prudência e a equidade.
Temas: Modelos e realidade · Ética e política · Educação dos sentimentos · Prudência e circunstâncias · Lei e justiça
Y Sevilla…
Cádiz, salada claridad; Granada, agua oculta que llora. Romana y mora, Córdoba callada. Málaga cantaora. Almería dorada. Plateado Jaén. Huelva, la orilla de las Tres Carabelas. Y Sevilla…