Laboratório de História I | Aula 2 | Parte 3
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Transcrição em construção…
Versão preliminar baseada nas legendas disponíveis. Revisão auditiva e editorial pendente; a divisão dos parágrafos também poderá mudar.
O trecho de 08:37 a 10:43 foi revisado por Luciano. A conferência dos tempos com o áudio ainda está pendente.
Fonte: legendas/transcrição disponível do vídeo no YouTube; tipo de legenda não confirmado. Os tempos foram preservados das legendas disponíveis e ainda precisam de conferência com o áudio.
Texto preliminar — revisão pendente.
é muito bem então agora começamos a nossa terceira parte da aula 2 do laboratório de história é estamos falando sobre a arte de analisar um texto é o na primeira parte na segunda parte falei sobre uma série de técnicas mas desde técnicas para decodificar um texto e agora eu vou falar de três elementos importantíssimos assim os quais eu acredito que não há como fazer uma boa avaliação no contexto não há como entender um texto são três olhos são três elementos que dizem respeito a formas de crítica formas de raciocínio formas de pensar e de ler são estruturas da mente estruturas mentais de importante o tô me referindo principalmente a operações e a atos que devem ser realizados diante de qualquer desisto e que normalmente se entendem de muitas formas da questão metodológica na questão do Coco nociva é o principalmente vou dar ao meu ponto de vista no vou entrar numa discussão porque isso aqui e dia muito longe mas faço essa advertência é o meu ponto de vista tem gente que considera errado e o meu ponto de vista não quis não pertencia ao meu mas porque é dentro das teorias epistemológicas e de leitura de texto ao muitas outras opções né Então a primeira abrir o primeiro a primeira operação importante na hora de enfrentar
um texto é o que se conhece como interpretação e no meu ponto de vista é impossível entender um texto sem interpretá-lo e a Interpretação a interpretação é sempre subjetiva então qualquer tipo de discussão sobre mas será mesmo que o autor quis dizer Isso evidentemente para isso ainda terá que perguntar para o outro né Qualquer texto qualquer texto uma vez escrito e uma vez posta em circulação ele de alguma forma ele passa a ter vida independente então maneira que são os leitores que vão dizer o que é o texto quis dizer o quê que eu texto quis dizer aquilo que está escrito no parece assim estou É isso mesmo agora qualquer texto escrito pode e deve ser interpretado é porque a gente procura ou sentido Há muitas formas de fazer isso é interpretação existem muitas teorias da interpretação eu não vou entrar aqui nessa nessa nessa discussão e nessa análise simplesmente estou querendo explicar e me parece absolutamente Vital para entender um texto absolutamente necessário interpretar o texto analisar o que é ampliar perdão ampliar o que se sabe do texto além dos limites do próprio texto isso não tem gente que acha que isto é uma violência no texto do meu ponto de vista me parece que não aparece que é uma atividade e uma
operação válida e necessária para entender bem um texto e sem interpretação não há compreensão e mais ainda mais ainda para que haja compreensão a gente parte sempre de uma pré-compreensão sempre parte de uma pré-compreensão que não necessariamente em um preconceito cerveja nós estamos dentro de uma cultura cada um de nós fique bem saindo os intelectuais os professores os pesquisadores os alunos estão sempre dentro de uma cultura de nós alguma maneira temos uma tradição de bibliográfica partimos de um verso comum expressões o textos sobre determinado tema já nos colocam numa pré-compreensão né Isso é e é assim o que você já isso aqui ou da natureza humana não claro você pode ir sem nenhuma para compreensão mas então fica muito mais difícil entender o texto e muitas vezes então o texto ali ato um texto científico contexto histórico ela está em diálogo com outros autores e com outros textos e a gente se conhece está dentro desse diálogo e portanto já alma para compreensão de um o ou seja o textos sempre tem uma interpretação e pode pode pode ir além daquela que foi dado pelo próprio autor e isso é preciso ser feito segunda operação é preciso identificar suposições o creme missas na e fatos um metal Toda Toda afirmação toda afirmação se faz em
cima de fato da população dos historiadores toda afirmação se faz em cima de fatos mas os fatos eles são narrados de São interpretados e toda narração toda interpretação parte de suposições ou de premissas prévias que nem sempre estão explícitas no texto mas que devem ser identificadas então por exemplo apenas para dar exemplos Mas é por mais que talvez esclareça mais ao trabalho com o século 18 com a história da Justiça de Tom Claro a é a história da Justiça do século 18 os elementos tende pode verificar a no mundo jurídico do século 18 são elementos que fazem parte de uma cultura católica então se eu não tenho essas premissas eu não tenho essas suposições eu enquanto Historiador eu vou ter dificuldades eu posso não ter ele não tem nenhum problema mas eu preciso reconhecer que existem premissas isso posições católicas de dentro de uma visão e do mundo católico com as quais eu compartilhou não compartilho mas que eu preciso reconhecê-las então a pena esperar também dar o exemplo a ideia de ter morte de Deus envia o temor de Deus uma ideia que pode ser vista como algo ridículo de hoje ok porque a ideia do temor de Deus era um dos elementos mais fortes de coesão e decoração dentro da sociedade do século 18 hoje em dia não
faz sentido hoje em dia não faz sentido Não é uma premissa esteja no raciocínio no comportamento o nosso formas de expressão e nos textos de autores atuais mas sem dúvida era uma forma mesmo é É sim o que fundamentava a justificação das afirmações e dos textos ao temor a Deus ou então a misericórdia o fato de que era preciso ser misericordioso então a justiça implica misericórdia estou é uma suposição mesmo fazia partido do daqui da realidade social e da realidade jurídica hoje em dia não faz sentido mas que a gente tem que levar como suposto como pressuposto nos textos para entender o texto para inter para
Trecho revisado por Luciano — 08:37 a 10:43.
Depois, uma outra questão, uma operação que é das mais delicadas e que normalmente é muito mal entendida, que é o que eu chamaria de crítica e avaliação, ou seja, o texto precisa ser criticado, o texto precisa ser avaliado. Quem faz essa crítica somos nós, que somos os leitores.
Falo isso porque, muitas vezes, a gente, principalmente os alunos, acabam fazendo um trabalho de autocensura, não querem, ou ficam achando estranho, que ele próprio, enquanto leitor, enquanto aluno, possa criticar, possa estabelecer uma crítica. Infelizmente, às vezes, até porque há professores que não reconhecem o valor dessa crítica.
Reparem: a palavra crítica, tem a ver com crise, vem do grego e significa habilidade de julgar, habilidade de discernir, de decidir, de separar, de apreciar. Tudo isso é crise, é crítica. É por isso é que se deu o nome de crítica, porque, quando você está diante de uma série de elementos, você precisa criticá-los, você precisa separá-los, você precisa analisá-los e colocá-los em diferentes categorias, em diferentes classificações.
É evidente, pelo menos para mim, que se pode, sim, realizar juízos de valor. O "critério", critério é um padrão, é um ponto de vista. Dizer: qual é o critério que eu preciso levar em conta para avaliar esse texto?
Continuação preliminar — revisão pendente.
para o povo os jogos assim uma falta de autoridade o critério desculpe a idade ou por um tribunal é dado por uma banca mas também às vezes o critério que é dado pelo pesquisador pelos outros pesquisadores pelo conjunto de historiadores pela conjunto de alunos né é um critério também esse texto Não convence o esse texto deixou de lado considerar isto e isto e aquilo né e esse texto é valioso sim você texto não não é valioso não tem valor nenhum um texto um texto bife um texto nem meu é preciso dar em conta o que que é principal e o que que é relevante determinados assuntos precisamente para fazer bem análise crítica para fazer bem A Crítica né esse texto acaba enrolando o acaba deixando-se levar por por intuições ideológicas o por Bandeiras
mas não ele não entra ela não entra na crítica da da documentação o ele não entra no núcleo verdadeiramente relevante O importante esse tipo de crítica de avaliação precisa ser feito no dentro de um texto diante de um documento é o que importa não é como diz assim o que importa não é uma condenação do texto O que importa é uma avaliação do texto que muitas vezes sempre que uma condenação felizmente né a avaliação é necessária de ser feita de você precisar avaliar mesmo se o texto vale não vale se o texto relevante mas não levante né se o texto é entra nas questões de fundo nas questões que sempre foram discutidas na historiografia ou então simplesmente o texto é toca só tangencialmente e nem entra na discussão Às vezes pode ser um destino não entra na deixa usam porque ele não quer entrar disposição iab informa e a gente pode reconhecer isso ou não mas Haverá se não entra nessa discussão haverá outros Campos o dentre em de instrução são relevantes esses campos Onde está fugindo do problema tudo isso só questões relevantes sim que só podem ser feitas primeiro Se houver uma boa interpretação do texto segundo Silver uma cá a ligação do suposto das pressuposições das premissas que fundamentam o texto e
aí então simples o poder ir para fazer uma crítica relevante e necessária para qualquer texto Então se você não me parece assim as operações mais importantes para entender o bem para analisar o bem um texto e com isso eu encerro essa aula só não sua aula número 2 sobre A Arte de analisar eu espero que tenha ficado Claro a nossa estrutura antes primeira parte eu falei sobre cinco técnicas aqui tá muito ligadas à ao diário o próprio texto as categorias os termos os conceitos que são utilizados também fiz isso na segunda parte embora a o vídeo uma análise mais com relação a técnicas com relação à a formas de expressão a frases a classificações de relações causais de e nessa terceira parte os elementos próprios do raciocínio crítico nos dos elementos realmente operações análise crítica do texto com isso eu espero ter deixado Claro a árvore analisar
Legendas nas transições do trecho revisado
Estes fragmentos originais cruzam as transições da amostra e ainda precisam de conferência. O texto revisado foi preservado acima.
08:35 — entender o texto para inter para
08:37 — entender corretamente o texto e depois é
10:41 — acreditem muitas vezes é dado não sei lá
Fim da transcrição disponível. A conferência de completude em relação ao vídeo ainda está pendente.