História da América | Aula 5 / Parte 1
Carregando os controles do vídeo.
Transcrição em construção…
Versão preliminar baseada nas legendas disponíveis. Revisão auditiva e editorial pendente; a divisão dos parágrafos também poderá mudar.
Fonte: legendas automáticas do YouTube. Os tempos desta fonte são aproximados, em segundos. O fim do último trecho não foi fornecido.
oi boa tarde bem-vindo de novo anos o curso virtual de história da américa eu sou professor o ferro isso e hoje vamos falar sobre os códices e as crónicas o que são as duas grandes fontes que temos para a história da américa e sobre as quais já falamos hoje vamos entrar aprofundar um pouquinho mais isso aqui é a nossa aula quinta a primeira parte eu vou procurar falar agora dos códices
depois das crônicas é o que são os cones as condições são livros em formato de sanfona com mais pira grandes feitas de folha de figueira ao ferreira freitas a folha de algodão mas mas se folhas que se junta a e que podem ser esfoliados uma longa tira as vidas de muitos metros sobre os quais se escreve e se escreve em cores principalmente em vermelho e em preto e já falamos a dois principais e os de códices da os códices os livros rituais e os livros das contas dos anos de os livros rituais são livros religiosos com prognósticos sobre a vida das pessoas e o livro das contas dos anos dão conta historicamente falando do registro das ligações dos estabelecimentos dos povos das alianças e das guerras entre os diferentes povos da e ou fazem de uma maneira exata se fala cidades são datados deixou conta dos anos e uma coisa que não foi percebida pelos espanhóis para buscar banho às vezes qualificaram os códices como se fossem escritas em e sem sentido porque eu não conseguia identificar o sentido ou então o sentido que seria um sentido mítico atendendo mito como já falamos também como algo falso como arrumar uma invenção imagina ativa estes códices como também comentamos na outra aula era é lidos e
interpretados pelos sábios na por aqueles que tinham a tradição oral eram chamados de enterrar matinho que eram na tradução seriam os sabedores das coisas aos possuidores os donos dos códices que eu falar muito sobre esse tema miguel leon portilla no livro dos antigos mexicanos que eu deixei na no sistema muda o que vocês podem ler e aprofundar nessa questão e os códices são feitos o som feitas por glifos da existem cinco tipos básicos de glifos os glifos numéricos os grifos calendários os grifos pictograma fícus os grifos hidrográficos e os fonéticos como disse para vocês lembrando do do historiador gordon brotherston é um e são pelo menos três níveis de semânticos da que os códices permitem e quando se faz a tradução para uma língua como latina que eu acho que ele tá linear né se perde essa perde muito super em sentido se perde já perdi simbologia se é porque precisa esses a triplicidade precisa ser reduzida a unicidade própria do latim do castelhano a uma série de códices já conhecidos facilmente identificáveis a podem ser procurados na internet o códice 3d in por exemplo é pré-hispânico maia na podem ser procurado no site específico do códice de dresden o w32codecs tudo junto dresden codex justiça com a mãe x.com é o que pode nesse nesse site pode ser
pode ser olhado para de ser visto cole esse código em florentino que é um pode ser que mais se tem trabalhado ao longo do século passado e ainda deste século que é onde aparece a crónica de sagu um porque utiliza o códice florentino ou não não é não é pré-hispânico sagu bernardino de sabe um né ele pode ser extremamente importante onde se conta a história da nova espanha pelo religioso bernardino de sabo vem falar vemos daqui a pouco dele é só pode ser escrito em em três colunas na na outra latim e castelhano né e aí se verifica essa dificuldade da quando você sabe dos três níveis semânticos dos podem ser sempre vai ser verificar o mais difícil passar isto para uma linearidade né é o códice bórgia também é para hispânico um é um códice sobre rituais sobre a deuses e calendários podem ser encontradas no museu do vaticano a ocorrência da história atual técnica andou técnicas como falamos não tem luz na outra aula não estou técnicas e são um povo que estava anteriormente a chegada dos astecas ou mexicas onde se descrevem toda a migração em toda a história desde o século 12 até o século até 1547 então sempre que você dá conta da invasão dos astecas e da fundação de tenochtitlán e das guerras
que acontecem e da chegada dos espanhóis né a história então tem que estavam em paris est quais são os na qual o volume de quantos codes estamos falando contra os códices pré-hispânicos né porque na verdade é o que nos daria uma garantia de que não haja uma uma uma filtração ou infiltração na vida uma cultura na outra porque uma coisa é a tradução bernardino de sagu um vai utilizar um pode ser pré-hispânico mas ele vai é fazer já a tradução para o próprio para o castelhano agora pode ser puramente para hispânicos nós estamos 9 19 códigos para hispânicos e temos 30 cópias do século 16 de antigos códices e de antigas pinturas de paredes brancas de cópias que foram feitas pelos religiosos de códices pré-hispânicos existências pré-existentes que depois a perderá mas ficará nas cópias amor 30 e os originais mesmo três podem o temos nove é mais ou menos um universo sobre por enquanto estamos lidando com os códices né quem é e por tolices em geral o me disse marcan marcan datas históricas de no não tem uma narrativa mítica na que se passaria um tempo que não não eu não seria um tempo histórico pelo contrário ele se determina bem né é quando chega quando eu sem quando vão embora de um lugar
para outro quando quando existe imigrações existem alianças existem guerras entre os diferentes povos é e também é simboliza o conta utiliza conceitos abstratos para dar conta de doutrinas religiosas de crenças na lida de ordenamentos jurídicos de formas de categorias jurídicas é então e esses code serão estudados era me ensinados nos colégio nos comunicar e pelos sábios né é ih e interessante perceber como os religiosos espanhóis vão utilizar o mesmo método eles vão eles vão fazer desenhos através dos quais vou ensinar as doutrinas próprios do catecismo católico então da mesma maneira que eu sábios religiosos astecas toltecas faziam para ensinar as suas crianças mostrando o códice mostrando a saúde formas tirada né e então e a pouco tarde e lendo no para eles os religiosos um francisca não vão fazer igual ah ah ah ah documentos não desse se dá conta de como os religiosos utilizavam dos mesmos métodos porque esse método dos astecas potências médias dos funcionam muito bem as crianças entendia e decoravam essa história adaptada para elisa tudo isso daí também é pode ser pesquisado no livro dos antigos mexicanos da união partilha de esses sábios sábios tinham principalmente se sabe os leitores e intérpretes né do dos códices elas tinham duas funções básicas dentro da sociedade pacífica por legado de aprovação e censura dos códigos do da
história descontados dos cantares a todos os resultados né havia havia havia uma os códices que que era a vida sobre as coisas que não que não era unidos e por outro lado a listinha tinha a função de aprovação e a função de conservação função de memória essa essa função de memória se perdeu a tradição oral que era a fundamental é porque ou pode ser em si ele não é fácil de de selena não era não estava ao alcance de qualquer um né era preciso um aprendizado um conhecimento técnico especial para a ler essa memória tem perde que é interessante não só memórias aparece como hoje para chegar os espanhões muitas coisas se aprender acabou de falar aqui que temos o número muito limitado muito pequeno as coisas da você é interessante como eu tinha falado para vocês na outra aula perceber que também os astecas fizeram esse labor destitutivo né os astecas vão destruir os códigos estão técnicas que vão encontrar pela frente e vão encontrar a sua história nos seus códices da que depois vão ser destruídos pelos espanhóis eu queria ler no não lembro agora se eu ligo para vocês na aula anterior ou não mas eu queria ler para vocês um poema que fala sobre os astecas da há no poema do ponto de vista
dos cantares toltecas da são técnicas olhando para os astecas onde dá conta nesse período e percebe como eram vistos os astecas na hora que eles estão chegando naquela região por volta de mim 340 naquela região de levamos estabelecer onde eles vão encher é aquilo que o seu deus e o isopor que ele tinha falado a noite que encontraria uma águia cima de uma árvore ou uma mordendo uma cobra né então é que diz
assim o poema é uma servindo da kia eu consegui mostrarei o caminho aqui é o esgoto e falando para os astecas então em seguida os astecas começaram a vir para cá e existem porque estão pintados os seus nomes em língua asteca e tal os lugares por um deles viera e por onde ele se passaram por onde vieram os mexicas e quando chegarmos o benfica certamente andavam sem rumo e vieram a ser os últimos de nós então interessante eu vou continuar daqui a pouco desculpe-me interessante para saber por mês a parte do poema como os toltecas estão olhando para os mexicas de uma eficaz astecas estão entrando no seu território estão invadindo o seu território da e estão andando sem rumo sem direção certa é porque o seu deus e pediu para eles saírem daquele daquela terra aberto amo eles estavam indicou rua indicou o caminho mas não não marcou as pautas número por onde andar então eles estão assim prumo fugindo de um fazendo alianças com outros tentando se acertar no lugar o outro até que chegar aquele pântano um deles ficaram assim
depois vamos fundada a cidade de tenochtitlán mas foram os últimos que chegaram como disse para vocês foi uma invasão ao longo de um século de sete povos os astecas foram os últimos a e eu chegando em aqui quando estão seguindo ainda o seu caminho já não foram recebidos em nenhuma parte e por todas as partes eles eram rejeitado ninguém porque ninguém conhecia o seu rostos e por todas as partes diziam quem são vocês de onde vocês estão indo estão realmente não foi uma recepção calorosa arrumar as recepção hostil e eles acabam ficando no lugar onde ninguém queria ficar mas é interessante perceber esse sistema não porque às vezes ainda fica com uma ideia meio dele idealizada o melhor romântica doce dos povos indígenas dan com você pelo fato de serem indígenas fossem todos os amigos o possuem todos os aliados não é verdade os indígenas como qualquer ser humano são fundamentalmente humanos e infelizmente ou felizmente agem conforme a natureza humana ea natureza humana também felizmente ou infelizmente em centros de amizade e tem movimento organizado tem momentos de raiva de violência de guerra e tem momento de paz de mansidão de solidariedade então foi isso que aconteceu com outras técnicas né e por outro lado eu ainda queria queria falar para vocês espero encontrar agora
se vocês me dá um momento eu acho que vou encontrar qual é o universo da qual é o universo de conhecimento e pode nem que está mais ou menos compreendido nesses códices da vida eu vou tentar mais de uma forma genérica assinada a quatro cinco pontos que me parecem importantes e uma relação à e a universo do conhecimento indígena a partir do que podemos extrair dos próprios codices então é uma primeira ideia importante é a centralização do do sistema calendário complexo exato na organização do seu saber e na memória histórica dizendo isso nós estamos ligando o povo os micos estamos lidando com povos que estão inseridos na história na história mundial e que tem sua própria história e daí a sua própria nova narrativa que tem a sua própria adaptação em que essa hidratação é mais exata em termos de calendário localização que estava sendo feita na europa então daí dessa realidade a gente conclui precisa concluir que existentes pessoas grupos especializados na elaboração e na transmissão dos calendários e da astronomia e da história não tinha conhecimento era preciso aqui isso por aqui se esses podes eram estavam inscritos assim se conclui que existiam grupos de físicos de astrofísico e de matemáticos ou um conhecimento avançado o segundo ponto a segunda característica interessante né é era a ideia aí sucesso
se encontra em todos os clogs da maneira geral a a ideia da existência de vara várias cidades do mundo várias idades da história ou várias pessoas transformados e destruídos total ou parcialmente né no povo é que ele procurar e vamos ver também nessas aulas é que a história da criação maia a gente percebe que a mesmo né várias tentativas e deus deuses criaram os homens de em várias descrições das suas criações
então isso nos leva para um universo de conhecimento de onde onde há uma percepção de da precariedade do do do mundo é o é você já dá pra transcendência dos deuses e da ligação rodar imbricação entre os deuses e os homens a história dos homens ea história dos deuses né e ao mesmo tempo a necessidade de conservação por quê porque é precário de conservação desse mundo porque é precário porque já constância já se sabe que houve destruição eu preciso guardar eu preciso conservá-lo um eu não sei se vocês e o senhor dos anéis mesmo eu bebi agora na cabeça não mas eu é a história deu tom bombadil da história do bombadil é alguém que está fora praticamente de toda a narrativa chegada da história do anel da saga do anel ele está como que é a margem de tudo isso né mas é curioso porque toque fala na através da mulher de então bombadil quero instalar para conservar a para conservar o jardim para conservar aquele lugar onde tom bombadil chamullero estavam é interessante a alma é uma reminiscencia de diz a necessidade que agora a gente também de forma peremptória me dizer por meio da di da destruição que está sendo feita aquela vez uma nova vida na escala maior do dudu do do amazonas
nós percebemos aquilo que já tinha percebido os astecas os toltecas os maias essa percepção clara da da da precariedade do do universo né e por outro lado também é uma uma uma percepção uma compreensão de da da presença da integração da integração entre toda a criação ou seja as nós não haviam as distinções tão claras o tom separadas entre os deuses os homens e os animais ea natureza tudo depende de todos aí e todos estavam relacionados aí e era preciso um cuidado muito tanto das da natureza física quanto dos animais quanto dos deuses quanto dos homens essa esse processo esse a percepção de interdependência há uma percepção muito forte né é muito interessante que a gente perdeu também é eu ia a última a última coisa assim que eu queria falar que me parece que interessante né é que arruma uma percepção da mim da de uma estrutura narrativa comum ou seja aos códices descreve principalmente os podes procuram descrever a história das origens do mundo das origens religiosas das origens dos deuses das origens dos homens do seu desenvolvimento do seu processo de desenvolvimento né e sempre de uma forma um narrativa muito mais do que analítica né e essa narrativa você pode encontrar tanto no mundo é mesmo americano todo mundo mexerica ou até que
a ponta do mundo maia né então é eu era nessas ações de dias que eu queria falar agora mesmo sobre os códices da segunda parte vou falar mais especificamente sobre as crônicas esse aqui é o nosso curso virtual de história da américa as aqui aula 5 a parte um muito boa tarde
Fim da transcrição disponível. A conferência de completude em relação ao vídeo ainda está pendente.